Portugal

ÃO...ÃO...ÃO... NÃO DEVOLVAM O FELIPÃO !!!

Luciano, muito obrigado pelo presente, e parabéns pela seleção de futebol do seu país.

Amanhã coloco fotos melhores!

(Continuação)

Mesmo não sendo um agente 100% “do bem”, resolvi investigar quem entrara por lá até 48 horas atrás. Beto, o chefe da segurança, outro amigo meu, disse que só tinha fita de segurança das últimas 24 horas, pois tinha que mostrar ao secretário o que tinha acontecido. No dia seguinte fui novamente até Sr. João, o secretário. Ante de eu bater na porta ele tinha dito para eu entrar em sua sala. Sem exitar, entrei. Ele disse se eu não poderia fazer um favor para ele...

... Ver a fita de segurança do cofre subterrâneo. Ele me pediu isso porque tinha que ir a uma reunião de emergência. Como não sou bobo, disse que aceitaria fazer esse favor. Descobri quem tinha entrado lá! Era um ex-agente da CIA. Não disse isso para ninguém, mas a fita estava como prova de quem roubara a Monalisa.

Desisti de ser um ladrão e decidi ser um agente do bem. Meu vizinho foi preso por ter fornecido a senha para o ladrão. Depois de dois dias de pesquisa, encontramos Michel, o ladrão. Ele foi preso e tudo terminou bem, como deveriam terminar todas as histórias (contos de fadas, rsrs...).

História 1

Tudo começou quando fui chamado para ser espião de uma organização mundial contra crimes. Não me lembro muito bem o nome. Eu descobri, depois de 20 anos como agente, que num cofre subterrâneo estava o quadro de Monalisa, aquela mulher que Leonardo Da Vince pintou.

Depois de quase 2 anos de pesquisas em livros da organização, revirando os sistemas dos computadores, descobri que a única pessoa viva no país que sabe exatamente onde se encontra a chave que abre o diário do fundador da organização, onde está escrita a senha do cofre.

Essa pessoa era meu vizinho, para falar a verdade, ele sempre disse que foi um grande agente secreto, mas eu nunca acreditei, sempre achei que ele tinha batido a cabeça quando criança, mas me enganei...

Mesmo enganado, fui até acasa dele pedir a chave. Muito amigavelmente, ele me deu a chave, achei que fosse mais difícil convencê-lo, mas tudo bem.

No dia seguinte perguntei para um grande amigo meu (o secretário do fundador da organização) onde o seu chefe colocava o seu diário, mas não contei nada para ele, pois você sabe como é...

Ele disse que o diário ficava com ele, mas antes dele me entregar, me perguntara porque queria o diário. Eu disse que queria ver a capa, para ver se achava uma caixa com o mesmo desenho, para dar um presente à minha mulher (que desculpa esfarrapada!!). Então ele me deu o diário (que bobo!).

Eu levei para minha sala e o abri. Procurei, procurei... até achar o envelope escrito: "NÃO ABRA - SENHA" (idiota!). 

SETE. Essa era a senha.

Mesmo não entendendo seu significado, fui até o cofre subterrâneo, digitei SETE, a porta se abriu, uma fumaça branca saiu lá de dentro e quando olhei direito vi que a Monalisa tinha sumido dali. (Continua amanhã).

Os 5 casamentos da Copa do Mundo 2006

1 - Ronaldo e seu corpo;

2 - Zico e seu cãozinho da sorte;

3 - Parreira e sua escalação técnica;

4 - Zagalo e sua fé;

5 - Roberto Carlos e seu meião!

Gabriel - o pensador

Gabriel, o pensador, é um garnde músico do Rap. Um dos meus maiores ídolos. Uma das músicas desse cantos que mais me comoveu chama-se "Cantão", onde ele canta sua história, que diz:

A galera lá do morro tá sabendo
Hoje vai ter festa na casa do Pequeno
Aquele molequinho que tá sempre no Cantão
Neguinho tá dizendo que ele mora na maior mansão
É, a galera sempre aumenta
Mas a cachanga é de responsa, no 550
Tem deck, piscina, quem vê não imagina
Que o Pequeno mora lá
- É, o cara é gente fina -
Ele desce todo dia a pé pro Cantão
Junto com um pretinho que se chama Janjão
Às vezes com o Nem, às vezes com o Baya
Às vezes sem ninguém mas tá sempre lá na praia
Chega sozinho e todo mundo já conhece
Chega cedinho e só sai quando escurece
Pega o seu skate e vai direto pra favela
Pra andar no half-pipe lá da "curva do S"
É, nem parece que ele é filho de bacana
A aparência às vezes engana
Mas a grana, no caso, não faz diferença
Muito pelo contrário, a grana é o de menos
A galera da favela vai marcar uma presença
Hoje tem aniversário na casa do Pequeno

Eu sou do Cantão!
E lá não tem parada
Todo mundo é irmão, todo mundo é camarada
Eu sou do Cantão!
E lá não tem caô
Todo mundo é peão, todo mundo é doutor
Eu sou do Cantão!
E lá não tem errada
Um aperto de mão vale mais que uma mesada
Eu sou do Cantão!
E lá não tem terror
Amizade não tem classe nem cor

Ele mora ali de frente pro mar, mané, mas é pertinho do morro, a galera vai a pé
Pra entrar no condomínio tem até segurança
Mas não barrou ninguém!
Vâmo pra festança!
Olha quanta coisa bonita!
- Pequeno!!
- Peraí maluco num grita!
- Ele mora ali naquela casa que tá cheia de gente
E cheia de carrão estacionado na frente
Todo mundo chique, de roupa social
E agente assim largado, vai até pegar mal
- É melhor sair fora pra não pagar mico
Isso é festa de rico
Não é pro nosso bico
- Que isso, Chiquinho? Nada a ver!
Quando é festa lá no morro o Pequeno é o primeiro a aparecer
- É, se ele vive lá no funk e no pagode
Porquê no aniversário dele a gente não pode?
- É isso aí, Almir-Rato,
O Pequeno convidou, e se a gente não entrar vai ficar chato
- Vâmo nessa, galera, quem não deve não teme
O Tripa sempre vem aí jogar vídeo-game
Diz pra ele Negão!
- Eu até ranguei aí outro dia, meu irmão!
Não tem erro não
- Demorô!!
- Aí, ó o Pequeno aí fora
De bermuda e chinelo
- Chegaí!!
- Vambora!!
- Tá rolando um refri, cachorro e coxinha
E tá sobrando um monte de gatinha

Refrão

E o Pequeno cresceu e nem se lembra dos presentes que ganhou
Mas da festa ele nunca se esqueceu
A família reunida, os colegas da escola
A galera lá do morro e só discão na vitrola
Se esqueceu até do beijo da menina
Mas se lembra da galera se jogando na piscina
As lembranças do tempo de moleque no Cantão
Ficaram marcadas na cabeça e no coração
Como aquele cara que não tinha as duas pernas
E subia num skate se arrastando na favela
A força de vontade daquele aleijado
Simbolizava a humildade e a batalha do favelado
E a coragem que aquela gente tinha e tem
São um exemplo de vida que o moleque aprendeu bem:
Lutar pra viver, ser mais solidário
E nunca vacilar, porque não há lugar pra otário
E nem pra malandro demais
A malandragem é saber sobreviver em paz
Saber a hora de falar e a hora de ficar calado
E respeitar pra ser respeitado
E se os ricos pensam que o convívio dos seus filhos com os pobres atrapalha a educação
O Pequeno aprendeu o que nenhuma escola pode ensinar convivendo com a galera do Cantão
Ele viu que a riqueza na verdade é viver com humildade e vencer o preconceito
E ganhou o que nenhum dinheiro pode comprar: A amizade que até hoje guarda dentro do peito

Refrão

E a galera até hoje se reúne lá no canto
Uns todo dia, outros nem tanto
Alô Gebara, Vaguinho, Pamonha e Passarinho
Bonito, Creck, Bila, Boc, Xêra e Maluquinho
Tim Dorê, Pinel, Suruba e Gargamel
O Night entrou pro bicho e foi mais cedo pro céu
Abobrinha se mudou pra Fortaleza
O Déo já é papai e é fiscal da natureza, beleza,
O Janjão virou piloto de asa e, quem diria,
O Nenô virou crente e vai à igreja todo dia!
Almir-Rato agora é professor de natação
E o Bocão criou uma associação de surfistas da favela, da nova geração
Que vão continuar a história do Cantão
Uma estória real, de paz e amor
Que hoje quem te conta é o Gabriel O Pensador
Mas há dez anos atrás, mais ou menos, era mais conhecido como Pequeno

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