Mundo do Gabriel

(Continuação)

Mesmo não sendo um agente 100% “do bem”, resolvi investigar quem entrara por lá até 48 horas atrás. Beto, o chefe da segurança, outro amigo meu, disse que só tinha fita de segurança das últimas 24 horas, pois tinha que mostrar ao secretário o que tinha acontecido. No dia seguinte fui novamente até Sr. João, o secretário. Ante de eu bater na porta ele tinha dito para eu entrar em sua sala. Sem exitar, entrei. Ele disse se eu não poderia fazer um favor para ele...

... Ver a fita de segurança do cofre subterrâneo. Ele me pediu isso porque tinha que ir a uma reunião de emergência. Como não sou bobo, disse que aceitaria fazer esse favor. Descobri quem tinha entrado lá! Era um ex-agente da CIA. Não disse isso para ninguém, mas a fita estava como prova de quem roubara a Monalisa.

Desisti de ser um ladrão e decidi ser um agente do bem. Meu vizinho foi preso por ter fornecido a senha para o ladrão. Depois de dois dias de pesquisa, encontramos Michel, o ladrão. Ele foi preso e tudo terminou bem, como deveriam terminar todas as histórias (contos de fadas, rsrs...).

História 1

Tudo começou quando fui chamado para ser espião de uma organização mundial contra crimes. Não me lembro muito bem o nome. Eu descobri, depois de 20 anos como agente, que num cofre subterrâneo estava o quadro de Monalisa, aquela mulher que Leonardo Da Vince pintou.

Depois de quase 2 anos de pesquisas em livros da organização, revirando os sistemas dos computadores, descobri que a única pessoa viva no país que sabe exatamente onde se encontra a chave que abre o diário do fundador da organização, onde está escrita a senha do cofre.

Essa pessoa era meu vizinho, para falar a verdade, ele sempre disse que foi um grande agente secreto, mas eu nunca acreditei, sempre achei que ele tinha batido a cabeça quando criança, mas me enganei...

Mesmo enganado, fui até acasa dele pedir a chave. Muito amigavelmente, ele me deu a chave, achei que fosse mais difícil convencê-lo, mas tudo bem.

No dia seguinte perguntei para um grande amigo meu (o secretário do fundador da organização) onde o seu chefe colocava o seu diário, mas não contei nada para ele, pois você sabe como é...

Ele disse que o diário ficava com ele, mas antes dele me entregar, me perguntara porque queria o diário. Eu disse que queria ver a capa, para ver se achava uma caixa com o mesmo desenho, para dar um presente à minha mulher (que desculpa esfarrapada!!). Então ele me deu o diário (que bobo!).

Eu levei para minha sala e o abri. Procurei, procurei... até achar o envelope escrito: "NÃO ABRA - SENHA" (idiota!). 

SETE. Essa era a senha.

Mesmo não entendendo seu significado, fui até o cofre subterrâneo, digitei SETE, a porta se abriu, uma fumaça branca saiu lá de dentro e quando olhei direito vi que a Monalisa tinha sumido dali. (Continua amanhã).

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